quarta-feira, 2 de setembro de 2009

DIA DOS PAIS

Meu pai que esta nos céus,
pois atendera à vontade de Deus,
receba do seu filho esta prece
que jamais o esquece
e sente muito, muito a sua falta,
este seu filho que traz como pauta
no coração uma saudade incauta.

Meu pai que está nos céus
Digno de todos amores meus,
receba este poema com carinho
apesar de todos os meus ais,
sentindo a sua falta no dia dos pais
para lhe abraçar, dar-lhe presente,
e vê-lo todo imponente
a saborear os carinhos filiais
pelo nosso dia: dia dos pais.

Meu pai que está nos céus...
meu pai que está nos céus...
meu pai que está nos céus...
meus versos lhe dizem adeus
mas meu coração não,
pois ele apenas se atreve
em dizer-lhe até breve,
até breve meu pai... JOÃO.
Filho da Poetisa

AUTODIDAXIA

Vejam só minha gente que idéia fantástica
da minha amiga Sílvia: estudar a gramática
em casa, seguindo bem a linha autodidática,
com uma visão atenta, além de pragmática.

Mesmo achando a nossa língua problemática,
segue estudando-a, mantendo-se enfática
em escrever o texto de maneira emblemática,
deixando o leitor encantado com sua prática.

Usufruindo assim pioneiramente dessa tática,
a língua portuguesa fica menos enigmática,
não muito complicada e sim mais simpática.

A palavra não ficará mais na mente estática
irá ao papel convicta e com beleza plástica
dando a escrita uma sensação orgástica.
Filho da Poetisa

CANTIGA POÉTICA

Sou poeta não só por fazer poesia,
mas também por embelezar minha mensagem,
faço isto com muita ansiedade e ampla alegria
de alguém que está de malas prontas à viagem.

Sou poeta não só por fazer poesia,
mas por dar as palavras uma outra roupagem
onde o texto parece uma máquina de fotografia
construindo no imaginário imagem e mais imagem.

Sou poeta não só por fazer poesia,
mas por ter com o verso branco ou a rima
uma fantástica e sólida relação de parceria.

Sou poeta não só por fazer poesia,
mas por ter a palavra como matéria-prima
para construir a literatura de hoje em dia.
Filho da Poetisa

ENCANTAMENTO

Tenho agora uma amiga que é uma fada
igualzinho ao do menino- herói Peter Pan
Trago-a no meu coração bem guardada
Como o pôster de um ídolo de um fã.

Esta minha nova amiga muito encantada
Está no meu hoje e eternamente amanhã,
Tornou a minha vida bem mais iluminada
E a meus desencantos em uma coisa vã.

Fada Azul, não sou e nunca fui de circunlóquio:
- A que devo a honra de sua mágica amizade,
Se não sou Gepeto e nem tão pouco Pinóquio?

Pois é! assim como o citado boneco de madeira
Você traz consigo um sonho que não virou realidade
E eu estou aqui para realizá-lo, caso queira.
Filho da Poetisa

AMOR FUNDAMENTALISTA

Há muita gente que amar alguém deseja,
porém na vida sempre com a solidão esbarra,
por acreditar que a mesma boca que beija
é esta mesma que no ser amado escarra.

A vida do ser amado vira uma enorme praga
e o amor dos dois se transforma em peleja,
pois como alguém crê que a mão que afaga
é esta mesma que ao ser amado apredeja?!

O verdadeiro amor não dissemina o mal
tem como sua sobrevivência algo vital
que é a felicidade plena da pessoa amada.

Qualquer coisa diferente disso é enganação
e o ser pretendente deve pegar o seu coração
e enquanto é tempo bater em retirada.
Filho da Poetisa

PARLENDA GRAÇAS A ELA

Graciela
Graça e ela
Graça a ela
Graça nela
Graça dela
Graça bela

Graciela
Ela cheia de graça
Ela com muita graça
Ela com toda graça
Ela portadora da graça
Ela disseminadora da graça

Ela que a vida me deu de graça
Ela a quem eu caí nas graças
Ela que é dona desta rima: Graciela

Ela ... Graciela
Eu ... amigo seu
E seguimos a nossa vida
Consoante Deus nos deu.
Filho da Poetisa

AS LÁGRIMAS DO POETA

Meus queridos amigos leitores,
na verdade os poetas não choram,
quem chora é o homem que existe
dentro de cada ser poeta;
porque assim que as lágrimas
começam a se juntar nos olhos
de um verdadeiro poeta,
vem o eu - lírico e seqüestra
as lágrimas uma por uma
e depois as gotejam mansamente
numa folha branca de papel
dando-as o nobre título de versos.

Assim a dor do poeta é compartilhada
aos olhs atentos de cada leitor
que captam além da dor e sofrimento
a beleza que está presente
nestes dois sentimentos horrendos.
A dor e o sofrimento saem
do campo medonho da crueldade
e se humanizam, deixam o degredo
passando a fazer parte
da nossa realidade.

Desse jeito o sofrimento deixa de ser dor
e vira o "muso" do atual poema.
de algotriste vira algo encantador
assim como passe de mágica sem problema
Filho da Poetisa

O TEXTO E A POETISA

Tenho uma amiga que é poetisa
e traz consigo um ar bem pueril,
Eliza, ah minha amiga Eliza,
estes versos falam de você, viu!

Nos poemas dela a suavidade pisa
e aborda o dia-a-dia de um jeito tão sutil
quem lê as poesias de forma tão precisa
consegue traçar claramente o seu perfil.

Essa poetisa e seus textos são seres siameses
e para separá-los, só uma delicada cirurgia
feita através de uma mente bem atenta e sadia;

onde depois de ler seus poemas várias vezes
e utilizando um método totalmente empírico
pode-se afirmar: aqui, autora; daqui pra lá, eu - lírico.
Filho da Poetisa

PRIMAVERA

Chegou a estação das flores!
A natureza fica mais colorida
e os animais declaram seus amores
a tudo o que existe nesta vida.

Chegou a estação das flores!
Há quem a considere preferida ,
pois quebra o ar formal de senhores
à nossa existência; tornado-a divertida.

Chegou a estação das flores!
Os olhos ficam fascinados
com as diversidades das cores.

Chegou a estação das flores!
E a natureza com seu dotes encantados
distribui alegria, inclusives nos seus arredores.
Filho da Poetisa

ETIQUETA?!

Tiraram do nosso vocabulário:
Bom dia!
Boa noite!
Bênção!
Como vai?
Você aceita?
Por favor!
Por gentileza!
Com licença!
Posso ajudar?
Desculpa-me!
Obrigado!

quando essas expressões são ditas,
são ditas de boca pra fora,
como se fossem coisas malditas,
que o nosso ouvido devora.

Quem afanou aquelas expressões
do nosso dia-a-dia
foram as banalizações
da ética e etiqueta... hoje em dia!
Filho da Poetisa

MISSÃO DOS PAIS

Seja bem-vindo, ser pequenino,
ao nosso mundo: os dos mortais!
Deus quis que no seu destino,
eu e amado fôssemos seus pais.

O nosso amor por você, nem imagino!
é muito... muito grande... grande demais!
cumpriremos então o nosso dever divino
de cuidar e educar você e muito mais.

Trilhará o caminho de Deus, Nosso senhor!
serás uma pessoa íntegra e trabalhadora,
e a vida lhe terá um especial sabor.

Você é e será uma pessoa encantadora,
caminhará de cabeça erguida aonde for
por este mundo de meu Deus por aí a fora.
Filho da Poetisa

O VIOLONISTA

Ah, violão!
Sobre as suas cordas
bailam os meus ágeis dedos
produzindo sons encantadores
que intimam aos ouvintes
a silenciarem, a fim de
sentirem o gosto mágico
da música.

Da fecundação da música
com o silêncio
nascem letras na boca do
cantor ou das pessoas da platéia,
unificando a voz ao violão
materializando a música,
os sentimentos e as realidades
do nosso dia-a-dia.
Desmascarando o nosso eu – lírico
E despindo-nos diante de todos.

Ah, violão!
Quando você é bem tocado
não existe música feia,
pois ela sempre surge no
momento propício em comunhão
com o texto e o contexto
de quem a compôs.

Ah, violão!
Você é o meu instrumento de trabalho,
é o meu pão de cada dia;
enquanto que a música é a minha vida,
meu alimento espiritual,
sem ela sou um zero à esquerda
sou condenando a viver no caos.
Filho da Poetisa

NO MUNDO DA LITERATURA

A literatura é o meu mundo paralelo
Ao mundo onde eu vivo que é real,
Lá convívio com cada texto tão belo
Como se fosse algo assim bem natural.

Quando estou lá, lógico, me estatelo
Por ter certeza que nada disso é normal,
Pois o que escrevo é tão pobrezinho, tão singelo,
Enquanto eles tudo que escrevem é bem genial.

Lá eu só não tenho complexo de inferioridade
Porque eles num bonito gesto de humildade
Dão-me uma enorme força e altas dicas.

Assim vou aperfeiçoando-me como escritor,
Como poeta... e vou cada vez cativando meu leitor
Com uma prosa bem elaborada ou rimas ricas
Que darão a minha simples poesia um alto teor
E fazendo com que na hora de escrever eu sue em bicas.
Filho da Poetisa

HUMANIDADE NÃO, DESUMANIDADE!


O maior defeito do homem é violentar a natureza:
a natureza interna e a externa onde ele habita,
com isto o homem aniquila qualquer tipo de beleza
e esperança, tornando a vida uma coisa maldita.
Por causa disto sou todo dia vítima da tristeza
e a minha alma todo dia vive bastante aflita,
como acreditar na felicidade tendo a certeza
de que violar é a lógica em que mais se acredita?
O ser humano vive esta lógica ilógica assim
Porque traz consigo uma enorme sede de poder
que só culminará quando ele se tornar um deus.
Dentro desta conjuntura levamos uma vida ruim,
Ignorando a alegria e já preparado para dizer
Um não a esta heresia... e para a felicidade: adeus!
Filho da Poetisa

AMOR NÃO CORRESPONDIDO

Se ela tivesse a consciência do meu amor,
dar-me-ia naturalmente o merecido valor,
preencheria a nossa vida com especial sabor.

Ah, se ela vivenciasse a minha paixão,
ficaria totalmente encantada pela dimensão
e se permitiria ser amada com total convicção.

Porém, eu não sei se ela faz pirraça!
só sei que a minha vida não tem graça,
uma vez que o meu amor esta moça rechaça.

Ah, como gostaria que o nosso amor fosse correspondido,
Que o meu sentimento não ficasse por aí perdido,
habitando um mundo totalmente descolorido,

mas como o meu desejo ainda não acontece,
encaminho para Deus todos os dias uma prece
que Ele me conceda este amor que me estremece!
Filho da Poetisa

PALAVRAS DE AMOR

V erifiquei tudo direitinho.
I magino estar tudo correto!
D evo ou não ensaiar tudo
A quilo que falarei para ela?

D emora o tempo. Fico ansioso.
O meu coração bate acelerado.
C hegou, linda como sempre! o
E ncantamento dela me deixa

V erdadeiramente mudo. Reajo.
I mploro as palavras que não me
D eixem, que elas virem frases de
A mor e desemboquem no ouvido dela.
Filho da Poetisa

A REUNIÃO

M encionei o nome dele na roda.
A pavorei todo mundo presente na
R eunião. Depois do enorme susto
I nvestiram contra mim, achando-me
L eviano por causar assim aquele
E spanto. Onde já se viu sô! ir
N aquele que é o nosso inimigo-mor
E pedir ajuda, na cara dura!
Filho da Poetisa

CRIME NA CORTE

V ocê pode me ajudar, amigo?!
E stou em apuros, sabe, não sei
R esolver o enorme problema que
A flige a mim e a todos os meus.

H oje, saí de casa com muito medo;
E spiei, juro, para todos os lados!
L edo engano! não vi ninguém!
E spero que você me ajude, amigo,
N ao posso continuar vivendo assim:
A ssumo ou não que matei o rei ?!
Filho da Poetisa

VERDADE

Temos que dizer
toda a verdade sem medo:
doa a quem doer.
Filho da Poetisa

RECONHECIMENTO

Prefiro infinitamente ganhar de alguém
a lembrança do que qualquer presente.
O presente é algo de impacto
que perde a sua essência
com o decorrer do tempo;
deixa de ser presente
dado por alguém
e se transforma num simples objeto
do nosso dia-a-dia.

A lembrança é algo sutil
que fortifica, consolida o amor
na essência humana.
A lembrança transforma
o nosso dia-a-dia mais encantador
com toda sua magia real.
A lembrança é algo da mente
que chega amorosamente ao coração,
imunizando-nos da febre do consumismo;
é a passarela por onde transita com segurança
a recordação carinhosamente de alguém
à essência imortal do ser humano.
Filho da Poetisa

SONETO DE GRATIDÃO

Suas palavras tiveram gosto de ambrosia
Causando em mim algo extraordinário,
Chegou divinamente, trazendo-me poesia,
Principalmente hoje: o meu aniversário.

Estou acostumado no meu dia-a-dia
Ler cada texto lindo, sabor de relicário,
Porém somente o seu texto, que alegria!
Mexeu com o coração e o meu imaginário.

Agradeço de coração, minha amiga Roberta,
Pelas suas palavras de amor fraternal a mim ditas.
Confesso-lhe que nunca li outras assim tão bonitas.

De uma coisa você, Roberta, pode estar certa
Do quanto este soneto está sendo sincero:
- Você é uma das pessoas que mais venero.
Filho da Poetisa

MUSA ESPECIAL

A poesia que eu escrevo é uma arte
E hoje tem uma musa muito especial
Seu nome é oficial Claudinha Duarte
Minha nova e querida amiga virtual.

Os seus textos comigo assim ela reparte
E percebo neles o seu talento tão natural,
Cada texto dela virou um belíssimo encarte
Em cada página da minha vida tão normal.

Outra semelhança que acho o maior barato
Somos de escorpião e do primeiro decanato
E da encantadora capital das Minas gerais

Sinto orgulhosamente para nossa felicidade,
Claudinha, que a nossa terna e sadia amizade
É eterna, ou seja, não morrerá nunca... jamais!
Filho da Poetisa

HOMOFOBIA

Que raiva! Mas que diacho!
E não posso fazer nada,
Pelo fato de ser macho
Não posso sonhar ser fada.

Falam de mim com escracho;
Por ter a alma afeminada,
Sou sempre alvo de esculacho.
Gente desumanizada!

Machucam dos outros o coração,
Ignorando a liberdade de opção
Sexual de que alguém venha fazer.

Saiba que não estou ofendendo ninguém,
Eu quero viver como me convém,
Respeitando o meu desejo de ser!
Filho da Poetisa

VIDA ESTUDANTIL

Trago no rosto um sorriso contagiante
Esperança e paz no meu inquieto coração
Sei que possuo uma profissão importante
Por ser considerada o futuro da nação

Abro a porta do saber e sigo adiante
Tentando unir os meus sonhos com a razão
Embora sentindo um medo constante
De ser reprovado ou de ficar em recuperação

Mas se Deus quiser tudo dará certo
O meu esforço no estudo será recompensado
Com o boletim dizendo que fui aprovado

E aos familiares darei com um sorriso aberto
O boletim contendo o excelente resultado
De que tudo acabou bem, consoante o planejado
Filho da Poetisa

DEGRADAÇÃO HUMANA

Não sei o que é mais degradante
Se a gente vender o próprio corpo
Ou se vendermos a própria ideologia,
Crença, filosofia de vida e opinião.
Uma coisa posso garantir com pesar:
A gente é obrigado a vender
Uma destas valiosas mercadorias
A sobrevivência nossa e/ou a sobrevivência
De nossos cândidos dependentes.

As sagradas mercadorias ao serem vendidas
Não nos dá nenhum prazer, nenhuma satisfação.
Esta venda ilegal, na verdade,
É para exterminar o nosso ego,
A fim de tornarmos em mais um fantoche
Para que sejamos facilmente manipulado
Por esse hediondo sistema.
Filho da Poetisa

NÓS COMO INIMIGO NOSSO

Não existe um inimigo mais terrível
Que aquele que habita dentro da gente,
É um ser perverso, parece indestrutível,
E age com eficácia à nossa mente.

Ninguém o vê, porque ele é invisível,
Mas percebe o nosso semblante diferente,
Quando nos ataca de uma forma destemível
Como se fôssemos um verme ou algo aparente.

Como lhe dar com algo assim tão poderoso
Que faz o nosso mundo ficar bem tenebroso
E nós completamente sem qualquer tipo de ação?

A saída é resolver os problemas que agente consegue,
Os demais problemas é pedirmos que Deus os carregue
Para bem longe da nossa mente e do nosso coração!
Filho da Poetisa

SINDRÔME DO PÂNICO

Não tenha medo, meu amigo, de viver a sua vida
E nem tão pouco de sair de sua confortável casa,
Arregace as mangas, coragem, e vamos pra lida,
Olhe o horizonte, não o tema, utilize a sua asa.

Não se acovarde viu, seja uma pessoa decidida,
Mesmo se o medo aja no seu coração e o abrasa.
Chame os parentes, os amigos, Deus e os convida
Para serem seu escudo e a lança que os inimigos vaza!

Lembra-se que ao alvorecer a luta pela vida retoma,
Acredite que “a espada de um herói ninguém toma”
Mesmo tendo ele perdido na luta pela vida uma batalha.

Perder uma batalha não significa que perdeu a guerra
Tem dias que a gente acerta, há outros que agente erra
E quando você acertar parta para o inimigo e o estraçalha!
Filho da Poetisa

O MENSAGEIRO DO AMOR

Veio um vento mansamente
E tocou suavemente os meus lábios
Deixando neles um sabor adocicado,
De um amor de duração infinita.
Fechei os olhos automaticamente
Para apreciar aquele sabor
Deixado pelo enamorado beijo.

Minha mente saiu em desespero
Em busca da pessoa amada,
Dona daquele beijo com gosto de amor;
Mas a quem encontrar? Digam-me,
Se não suspeito de ninguém
Que esteja assim querendo me namorar!
Estou só! Continuo só! Vivo só!
Nunca entreguei meu coração a alguém,
Jamais alguém viveu exclusivamente
Para mim em nome do amor.

Quem cometera tal ousadia?
Por que não veio pessoalmente
Presentear os meus lábios e meus olhos
Com sua encantadora presença?

Com a cabeça quente de tanto pensar
Em quem seria o ser indeterminado
Que se apaixonara de repente por mim,
Veio o mesmo vento novamente,
Acariciou-me a cabeça, falou-me no ouvido:
- Seu bobão, não se preocupe,
Eu sou apenas um mensageiro!
O seu amor está a caminho
Com o coração aberto para você nele residir e
Com um mundo maravilhoso para ambos conquistarem.
Filho da Poetisa

terça-feira, 1 de setembro de 2009

AMOR EXTRAORDINÁRIO

Dizer que a amo é um pleonasmo vicioso
Que não enriquece em nada o nosso amor,
Para mim o mais importante, o mais valioso,
É o que sinto por você no fundo do meu interior.

Não é fanatismo, mas sim um amor carinhoso,
Fiel, tranquilo, sincero, consciente, alegre, encantador;
É algo que me transforma num ser maravilhoso
E dá a minha vida um especial sabor.

O amor que eu sinto por você é indescritível,
Por isso “dizer que a amo” não tem razão.
Como posso dizer algo que é indizível?

O que posso fazer na medida do possível,
É demonstrar-lhe de corpo, alma e coração,
O quanto que o amor que tenho por você é incrível!
Filho da Poetisa

METAMORFOSE DO AMOR

Quando os olhares dos seres apaixonados se encontram,
o mundo ganha um novo colorido,
pois as vidas destes dois seres tornam-se aptos
para realizar a magia do amor.

Quando os lábios dos seres apaixonados se encontram,
é ateado no corpo destes amantes
A chama ardente do amor carnal.
Corpo e espírito se libertam da barreira do limite
e o desejo então se torna desenfreado,
onde o objetivo principal a ser alcançado
é a concretização do prazer físico e espiritual.

Quando o sexo dos seres apaixonados se encontram,
O amor atinge plenamente o seu ápice
Provocando uma explosão cósmica tão milagrosa
(dentro da essência destes amados seres)
Que transforma a natureza humana em divindade,
Dando-lhes poderes para criar até uma vida!

Quando dois seres apaixonados se encontram,
O mundo se torna poético por excelência.
A felicidade se sente bastante satisfeita
Alimentando-se do néctar do amor
Enquanto a vida... recebe as bênçãos de Deus.
Filho da Poetisa